Marcio escreveu:
A frase é vulgar mas verdadeira: "O problema do Brasil é que, quem elege os governantes não é o pessoal que lê jornal, ... mas quem limpa a bunda com ele!"
terça-feira, 28 de agosto de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
Comunicado numero 59: Porque não tem Pinguim no Polo Norte?
Anselmo: Caros fiéis seguidores da
seita DE BAR EM BAR, já faz algum tempo que não surge nenhuma polêmica digna de
ser registrada em nosso BLOG. Pois então, aqui vão algumas questões que anda
tirando o meu sono:
1) Qual
a razão pela qual não existem Pinguins no Polo ARTICO?
2) Da
mesma forma, qual a razão pela qual não existem Ursos Brancos (Polares) no Polo
ANTARTICO?
3) O que
ocorrerá se um casal de Pinguins for colocado no Polo ARTICO? Eles
sobreviverão? Eles se multiplicarão? Porque ninguém ainda fez isso?
4) O que
ocorrerá se um casal de Ursos Brancos for colocado no Polo ANTARTICO? Eles
sobreviverão? Eles se multiplicarão? Porque ninguém ainda fez isso?
A coisa
é séria. Nada de gracinhas. Quero respostas com fundamentação científica e
psicológica, tais como: Como os Ursos Polares possuem mais de 500 kg de peso,
ao serem colocados na ANTARTICA, ou seja, na parte ponta-cabeça do Globo,
acabariam se desprendendo da Terra pela ação da Força da Gravidade e morreriam
no espaço por falta de ar. Já os Pinguins se colocados no ARTICO, poderiam ser
embalsamados pelos Esquimós e colocados sobre as geladeiras de suas casas.
Aliás, por falar em Esquimó, me surgiu agora mais uma questão: Qual a razão
pela qual não existem ESQUIMÓS no Polo ANTARTICO?
Caprichem
nas contribuições.
Marcio: Prezados confrades,
Dirijo-me
a todos, mas especialmente ao Presidente desta confraria que nos brinda
rotineiramente com questões da mais alta relevância. Antes que sua gloriosa
mente se atrofie com a angústia dessas dúvidas, cabe-me compartilhar algum
conhecimento adquirido nas minhas expedições aos polos.
Portanto,
relaxe e beba do conhecimento: No princípio, e aqui refiro-me aos 30 mil anos
que sucederam a era glacial, ambos os polos eram habitados por Sphenisciformes, ou
seja, aves marinhas que não desenvolveram a habilidade de voar e utilizam suas
pseudo-asas como barbatanas. São exímios caçadores e alimentam-se
preferencialmente de peixes embora sua dieta inclua também o Krill. Essas aves
dividiam os territórios polares com os Ursos Brancos ou como posteriormente se
popularizou, Ursos Polares, o que prova que essa espécie de urso habitava ambos
os polos, caso contrário teria sido chamado de Urso Nortista. Mas como todos
sabem, a natureza se manifesta de modo peculiar.
Numa
pequena colônia de Sphenisciformes na Patagonia, vivia um
exemplar que era muito popular entre seus pares. Ele era também muito chegado
numa cachaça e devido a isso, foi apelidado de PINGUINHA. Ele era muito querido
pois falava francês fluentemente, contava histórias hilariantes, discursava
longamente sobre um pouco de tudo embora soubesse muito pouco sobre quase
nada. Em suas rodas de peixe com pinga, costumava dizer que não contava
mentiras mas sim criava verdades. Como sempre, gostava de ser tratado de forma
diferenciada, até no apelido, e devido a isso, suprimiu as últimas duas letras
de sua alcunha, e tornou-se o Pinguim (entendeu agora?).
Como
dizia Adoniran Barbosa, ... tudo ia muito bem, até que um dia, até que um
dia....
Certa
manhã, Pinguim acordou assolado por uma arrebatadora vontade de tomar uma
cachaça. Havia perto da colônia um botequim que, segundo alguns historiadores,
posteriormente tornou-se o Bar do Dito.
Enquanto
Pinguim se encaminhava (cambaleante de sono) para seu destino, foi surpreendido
por uma bando de Ursos Polares que voltavam de uma balada na Terra do Fogo e
estavam famintos. Nessa altura, nosso protagonista já havia desenvolvido um
certa protuberância ventral, resultado de muito peixe regado a cachaça. Os
ursos não tiveram dúvida e num instante, enCUrralaram nosso já querido Pinguim.
Ele não se fez de rogado. Imediatamente começou um impressionante discurso (ele
além de Francês também era fluente em Ursês) sobre a qualidade da carne
dos Sphenisciformes do Norte. Além disso, como era profundo
conhecedor do efeitos do álcool no organismo do ursos, provou por A + B que a
carne dos seu semelhantes do Sul provocava impotência nos Ursos. Pois ele sabia
que urso cachaçado não consegue ficar de pau duro. A notícia se espalhou como
um rastilho de pólvora (figura de linguagem, pois a pólvora só seria inventada
pelos chineses milhares de anos depois.... mas isso é outra história). Em pouco
tempo, a quase totalidade de Ursos havia migrado para o Norte o que gerou o
primeiro caso que se conhece na história de desequilíbrio ecológico gerado por
uma mentira de Pinguim (depois viriam outras, mas isso fica pra outro dia).
Como era de se esperar, os descendentes ,não confundir com (dez sem dentes) ,
do Pinguim se reproduziram tranquilamente no Sul, livres de seu principal
predador. Até hoje os pinguins se reúnem anualmente para prestar respeito ao
seu ídolo maior pois todos sabem que sua sobrevivência deve-se ao sacrifício
que o Pinguinha fez naquela manhã. (as más línguas dizem que a coisa não ficou
só na conversa não, mas afinal, herói é herói e cú de bêbado não tem dono). Em
contrapartida, a população do Norte foi totalmente dizimada pela inesperada
migração dos ursos que até hoje ficam de pinto mole só de pensar em comer Pinguim.
E assim
se deu.... (entenda como quiser).
Abraços.
Comentários
recebidos:
- Luiz Octavio: Olha, nem que eu cheirasse um balde inteiro, conseguiria tal inspiração. Tá perdendo tempo, podia ganhar muito dinheiro escrevendo....Parabéns! Abraços.
- Labbate: PQP... o Marcião andou fumando um MONTE de "baseados" !!!
- Anselmo: Marcião, sua contribuição para a elucidação de tão intrigante fenômeno ecológico-animalesco foi imensa. E de quebra, desvendou 1/3 do significado de nosso querido amigo e consultor PINduka. Agora começa a fazer sentido o porque do nosso nobre colega ser tão chegado aos líquidos alcoólicos, ter os pés abertos para fora e um andar balançante, e sua facilidade com o idioma francês, prova irrefutável de sua ligação genética com seus ancestrais Pinguins. Vou aguardar mais algumas contribuições de nossos outros colegas sobre o assunto para "postar" no Blog do BAR tuas inestimáveis considerações. Continue bebendo e fumando assim!
Anselmo: Bom, já que até agora a única
contribuição foi a do Marcião, fui obrigado a fazer algumas pesquisas, resgatei
meus cadernos de História, de Geografia e de Ciências do glorioso Colégio
Estadual Culto à Ciência, o que resultou na teoria abaixo:
Há
175.000.000 de anos atrás, todos os continentes atuais eram uma única massa de
terra, circundada por água salgada de tudo que é lado. Por definição, era uma
ilha, ou melhor uma ilhona (aumentativo de ilha). Muito bem. Nela viviam todas
as espécies atuais, e todas as que já se extinguiram. Acontece que os Dinos, ou
seja os Dinossauros, que eram os maiores animais existentes, pesando toneladas,
um belo dia resolveram se juntar num dos lados da ilhona. A concentração foi
tanta, que a terra cedeu, partindo a terra no que são hoje os Continentes.
Acontece porém que a maioria deles caiu na água do mar e não sabiam nadar,
resultando na morte completa por afogamento. Por isso que quando você visita
algum museu que tem um Dino ele está com a boca aberta. Portanto, aquela
historia que contam que caiu um meteoro na Terra e que levantou um pueirão que
matou todas as plantas e extinguiu os Dinos é pura balela. Coisa de
pesquisadores simpatizantes do PT e que infestam as nossas Universidades
publicas. Bão, quando ocorreu a cisão da ilhona nos Continentes, foi cada um
por si e Deus prá todos. Na verdade prevaleceu o ditado: os iguais de atraem.
Aí, a negraiada toda se juntou e ficaram no pedaço de terra que deu origem à África.
Levaram junto com eles os Elefantes, Leões, Girafas, Rinocerontes, etc. Sabe
como é né, Negão tem tudo mania de grandeza. Já a turma dos branquelos de olhos
azuis e cabelos loiros pularam no pedaço de terra que deu origem à Europa.
Levaram junto com eles uns bichos menores, mas muito mais uteis, como as vacas,
cabras e cavalos. A indiaiada que ficava o dia todo chapados fumando cachimbo,
mascando folha de coca e tomando o chá do Santo Daime, não saíram do lugar, que
mais tarde ficou conhecida como América. Os bichos mais preguiçosos ficaram lá,
como a Preguiça, os Orangotangos, os Micos-Leão-Dourados, as Mulas, as Antas,
os Burros e uma porrada de passarinhos. A turma dos olhos puxados se espalharam
e se dividiram: Os baixinhos ficaram num pedacinho pequeno de terra, que tinha
um vulcão muito bonito no centro, e que deu origem ao Japão. Num levaram quase
bicho nenhum, exceto uns poquemon e uma porrada de cogumelos. A outra turma de
olhos puxados, mas de maior estatura, ficaram num pedação de terra que deu
origem à Azia, e eles como eram exóticos, levaram tudo que é bicho esquisito:
Escorpião, Larvas de toda espécie, Macacos pequenos, Lesmas, Baratas,
Gafanhotos, e por aí vai. Já a bicharada que passava mal quando ficava muito
quente, se dividiu: Pinguins para um lado e Ursos para o outro. Foi pura coincidência.
Teoria do Caos. Eles foram mais espertos que todos e ficaram em pedaços de
terra onde não tinha homem e mulher algum. Os Pinguins foram para o pedaço de
terra que hoje conhecemos como Antártida, e que milhões de anos depois
recebeu nome de cerveja cujo símbolo são 2 Pinguins. A ursada acabou se
dispersando. Os Ursos Brancos pularam no pedaço de terra que hoje conhecemos
como Ártico e os Ursos Pretos e Marrons ficaram no meio do caminho e ficaram
alí por Montreal e Toronto, no Canadá.
É isso,
simples assim.
Agora,
respondendo à minha pergunta que nem o Marcião ainda respondeu, se botar um
casal de Pinguins no Artigo, eles certamente sobreviverão e se multiplicarão.
Só não foram prá lá ainda porque é longe prá caralho e no meio do caminho a
água é tão quente que eles morreriam, provavelmente ali pelos arredores de Cuba
e Miami. Só conseguiriam chegar vivos no Ártico se o Gastão resolver dar
guarida a eles lá na Florida. O mesmo vale para os Ursos Polares. Certamente um
casal deles sobreviveria e se multiplicaria na Antártida. Vir a nado já seria
de alto risco, ainda mais quando eles estiverem passando pelas Ilhas Malvinas,
os carniceiros dos Ingleses são capazes de matá-los para fazer casacos de pele
e presenteá-los à Rainha Mãe, aquela velhinha mal humorada que abriu os Jogos
Olímpicos deste ano. Fora isso, qualquer outra historia é invenção.
Tá tudo
na Wikipédia! A busca da verdade dá trabalho, mas a sua descoberta compensa o
esforço. Que ninguém me desminta.
Grande
abraço.
Comentários
recebidos:
- Ricardo Pereira: Cacête!!! Deve ser erva das melhores!!!
- Marcio: PQP.... ainda tem gente que perde tempo fazendo faculdade de história, geografia, etc.....basta ler o Blog do De Bar em Bar e se fartar de curtura...
- Luiz Octavio: Depois de tanto besteirol, gostaria de dividir com meus amigos e especialmente para aqueles que curtem uma verdadeira música, essa pérola da MPB. Não sei porque Sara Sonya ficou tanto tempo escondida. Só pode ser manipulação midia. Pura poesia, inspiradíssima. Um resgate do verdadeiro romantismo brasileiro. O arranjo incrível! E que letra! É de emocionar.
- Gastão: Ôrra meu, Esses caras tão cheirando direto, logo logo vão estar fazendo companhia para o Tim Maia. Tava pensando em convidar o pessoal para me visitarem aqui na Flórida, mas deste jeito vão ser todos presos e eu junto. Tô fora. Meus amigos Pepe Legal e sargento Garcia mandam um abraço para o Pinduka.
sábado, 7 de novembro de 2009
Nossa história e nosso Guia de Bares
... de BAR em BAR ...
Um pouco de história:
Eu, Anselmo, e meus amigos Zézinho Cappi e Reinaldo Curcio, todos ex-alunos do glorioso Colégio Culto à Ciência, após alguns encontros casuais no Centro da cidade de Campinas, resolvemos nos encontrar todos os Sábados, as 11:00h da manhã, em algum Bar da cidade, para jogar conversa fora. Tudo começou no GIOVANETTI I, no Largo do Rosário, em um dos primeiros Sábados do mês de Dezembro de 2003. Depois de alguns encontros, achamos que seria interessante conhecer outros bares, e para cada um deles, identificar o que de bom e o que de ruim eles tinham.
Logo se juntaram à trinca o Luiz Octávio (IBM/CPFL) e seu fiel escudeiro, o Maurício, o João Carlos Crespi (Culto à Ciência), o Pinduka (Culto à Ciência e Unicamp), o Estevão (Unicamp, Serpro e CPFL), o Richter (Culto à Ciência, Unicamp, IBM e Serpro) e o Luciano Vaz (Serpro e CPFL).
A confraria recebeu provisoriamente o nome: “de Bar em Bar, nóis ispanta o marr”. A lógica aplicada foi: Ao invés de gastar recursos financeiros em terapia, porque não dividir os nossos dilemas e preocupações com os amigos de verdade, e gastar o dinheiro com comida e bebida de qualidade? No meu caso, passei a economizar um bom dinheiro com a dispensa do terapeuta.
Dois anos depois, o grupo aumentou muito: Guerreiro, Marcel (de Campos Bueno), Gastão (Rondino), Marcio (de Oliveira), Renato (Labbate), Armando (Diniz), Herrera, Marcus (Luders) e o David (Badur). Alguns do Colégio Culto à Ciência, outros dos tempos de Unicamp, muitos da CPFL, onde ainda trabalho, outros da IBM e outros amigos de amigos, e assim por diante.
Em 2007, muitos foram incluídos na lista de “sócios”, principalmente do Colégio Culto à Ciência e da Unicamp. Entre estes estão o Ricardo (Negreiros de Paiva), Rui (Queiroz), Abramides (Confúcio), Wadel, Celsinho, Pugina, Vasquinho, Arnaldo (Gallo). O Vlamir é amigo recente, de pedaladas na Lagoa do Taquaral. O Ratão (Renato Tedeschi), amigo da Unicamp, nunca apareceu e muitos acreditam que é somente uma lenda. O Franco (Culto à Ciência) é o nosso único sócio internacional, que só vem do Canadá algumas vezes no ano.
Passados quatro anos, o nome provisório virou definitivo. E o que parecia ser somente uma experiência passageira, virou coisa séria, quase uma seita.
Em 2008 novos elementos se juntaram ao grupo. Os mais assíduos foram o Renato Labbate e o Serginho Marun, este ultimo filho do proprietário da casa de comercio “Anauate Modas” e “Anauate Junior”.
Também em 2008 resolvemos que era o momento de criar um uniforme. A idéia inicial seria uma camiseta com um logotipo da seita. A partir da idéia inicial do sobrinho do Marcel, chegamos ao desenho final que segue logo abaixo. Foram confeccionadas quase 30 camisetas com grande sucesso. As más línguas insistem que eu fiquei rico com a venda destas camisetas, o que não corresponde à realidade.
Com o sucesso das camisetas, o Herrera, perito em cachaças, teve a idéia de confeccionar copinhos com o nosso logo, também com grande sucesso.
Em cinco de Novembro de 2009 foi definido o nosso hino, que passou a ser entoado a cada novo encontro. Para conhece-lo e ouvi-lo procure-o neste Blog.
Uma pratica que adotamos foi a edição e publicação dem um Guia dos Bares visitados, apontando as coisas boas e as ruins de cada um. Abaixo segue o nosso Guia em sua ultima versão (Ago/2012).
--------------------------- GUIA de BARES e BOTECOS -----------------------------
GIOVANETTI I (Centro - Largo do Rosário)
Coisas boas: Local, croquete, empanado de camarão e chopp Antártica;
Coisas ruins: Serviço (demorado) e os pedintes, quando utilizado as mesas da calçada.
GIOVANETTI II (Centro - ao lado do Jóquei Clube) - FECHOU
Coisas boas: Local, croquete, sanduíche “casquinha especial” e chopp Antártica;
Coisas ruins: Cara feia de alguns garçons.
CANDREVAS (Proença - Avenida Monte Castelo, ao lado da ponte sobre a Fepasa)
Coisas boas: Local, cerveja bem gelada e a porção de lombo de porco;
Coisas ruins: Preço.
CITY BAR (Cambuí - Avenida Júlio Mesquita esquina com Gen. Osório)
Coisas boas: Local, cerveja bem gelada, bolinho de bacalhau e as empadinhas, principalmente a de palmito e a de camarão;
Coisas ruins: Limpeza precária e estacionamento raro.
O REI DO JOELHO (Taquaral – Rua Oswaldo Cruz esquina com Maria Umbelina Couto)
Coisas boas: Cerveja bem gelada e é lógico, o joelho de porco a pururuca;
Coisas ruins: Serviço.
LAGOA CHOPP (Taquaral - Lagoa do Taquaral – entrada dos pedalinhos e do bonde)
Coisas boas: Visual da Lagoa e o Lambari frito;
Coisas ruins: Musica ambiente (rádio FM).
Bar do ÂNGELO (Jd.N.S.Auxiliadora – Rua Baronesa Geraldo de Resende, esquina com Rua João de Deus)
Coisas boas: Local, astral e a tábua de churrasco (joelho de porco, costela suína, copa-lombo, tudo servido com mandioca cozida e farofa com “laguinho” de pimenta);
Coisas ruins: Barulho, quando fica lotado. Abre somente às 13h.
Bar AZUL (Cambuí - Rua Cel.Quirino esquina com Rua dos Bandeirantes, entre a padaria Massa Pura e o Regatas)
Coisas boas: Freguesia, mandioca frita e os lanches a base de rosbife;
Coisas ruins: Preços.
Bar do AMIGÃO (Cambuí – Rua Antonio Lapa esquina com Sampaio Ferraz) - FECHOU
Coisas boas: Croquete e a garçonete (grávida em 2004);
Coisas ruins: Não há.
Bar/Restaurante BRASA D’ORO (Rua Miguel Penteado esquina com Candido Gomide)
Coisas boas: Local, freguesas, bolinho de bacalhau e o frango atropelado;
Coisas ruins: Não há.
Bar do FERNANDO (Jd.Flamboyant/Chácara da Barra - Rua Heraldo Marques, 5)
Coisas boas: Astral e a simplicidade do Seu Fernando. O Pernil ao vinho com batatas é divino. Tem torresmo de primeira e pimentão recheado, além de um lanche com tudo que é bom: provolone, salame, salsinha, aliche e sei lá o que mais;
Coisas ruins: Não há.
Bar do GERSON (Castelo - Rua Oliveira Cardoso esquina Frei Manoel da Ressurreição)
Coisas boas: Visual, croquete com azeitona (olho de sogra) e a feijoada;
Coisas ruins: Banheiros.
1º. DE ABRIL (Castelo - Rua Oliveira Cardoso esquina Dr.Miguel Penteado)
Coisas boas: freguesia, croquete, pasteis e outros salgados;
Coisas ruins: Não há.
Bar GRIMA (Swift - Rua Antonio Joaquim Viana, 5, na altura do numero 3.000 da Rua Abolição)
Coisas boas: Carnes assadas na churrasqueira, como o lombo de porco e maminha;
Coisas ruins: Não há.
Bar do ZÉ (Vila Industrial - Rua Alferes Raimundo esquina com Catarina Soares)
Coisas boas: Somente a cerveja gelada e o sossego do Bairro;
Coisas ruins: O atendimento e nada de bom para comer, pelo menos no Sábado de manhã.
PEIXINHOS II (Parque Industrial – Av. Francisco de Paula Oliveira Nazaré 389 – no balão)
Coisas boas: Porções de Surubin, Tilápia, Piramutaba, a deliciosa Costelinha de Pacú e outros quitutes de água doce e salgada. Um dos melhores locais de Campinas para saborear peixes;
Coisas ruins: Não há.
Bar do SOARES (Ponte Preta – Rua Setembrino de Carvalho 369, ao lado do balão da Av.Ângelo Simões com a Av.Marechal Carmona – Fone: 32374334)
Coisas boas: Lanches similares aos do GIONANETTI (O Soares foi chapeiro), porém muito mais baratos e melhor elaborados, torresmo, cerveja gelada e as palhaçadas do Soares;
Coisas ruins: Demora na preparação dos lanches.
Bar do CAÇÃO (Taquaral – Rua Dr.Armando Sales de Oliveira esquina R.Cel.Joaquim J.de Oliveira – ao lado da Igreja do Taquaral e em frente ao Bradesco)
Coisas boas: Chopp (peça o Leite B, para limpar a “serpentina”), escondidinho de todos os tipos (segundo o seu Cação, é invenção sua), trouxinha de rosbife com gorgonzola e empanado de camarão;
Coisas ruins: Preços.
Bar da LINGÜIÇA (Ponte Preta – Av.João Jorge) - FECHOU
Coisas boas: Cafetinas (após as 3h na manhã), putas (a qualquer hora) e lanche de lingüiça caseira com ovo frito;
Coisas ruins: Limpeza precária e os bebuns pentelhos.
Bar do ANDRÉ (Ponte Preta – Rua Dona Maria Soares esquina Dr.Sales de Oliveira – paralela à Av.João Jorge)
Coisas boas: Pimentas e salgados;
Coisas ruins: Limpeza precária e bolinho de bacalhau (laxante/regulador intestinal).
Bar do TWIN (Parque Industrial – Avenida Francisco de Paula Oliveira Nazaré, ao lado do Peixinhos II) - FECHOU
Coisas boas: Garçom homossexual (e negro);
Coisas ruins: Croquete de mortadela (laxante/regulador intestinal).
Bar do VAL (Proença – Avenida Antonio Carlos Sales Junior, esquina Rua Barretos - continuação da Av.Princesa D’Oeste, em direção à Swift/Unip)
Coisas boas: Local, a cerveja bem gelada e o frango na brasa;
Coisas ruins: Atendimento.
CANDREVINHA (Proença – continuação da Avenida Princesa D’Oeste, em direção à Swift/Unip – Na quadra seguinte do Bar do VAL)
Coisas boas: Torresmo, costelinha, lombo e outros assados;
Coisas ruins: Lugar desajeitado e mesas ruins.
EDÚ BAMBÚ (Vila Nova – Rua Buarque de Macedo, após a Av.Imperatriz Leopoldina) - MUDOU DE DONO E DE NOME
Coisas boas: Lanche de mortadela;
Coisas ruins: Só abre após as 17h.
CASA DU EDÚ (Guanabara – Rua Eduardo Lane, em frente à praça)
Coisas boas: Local, freguesia, self-service e a costelinha de porco;
Coisas ruins: Só abre após as 17h.
Bar do PORTO (Valinhos – Rua que dá acesso ao Colégio Porto Seguro)
Coisas boas: Local, freguesia e frutos do mar;
Coisas ruins: Longe pra caralho.
PETISQUEIRA DOS POBRES (Proença – Rua Proença esquina Dr.Quirino)
Coisas boas: Freguesia e salgados;
Coisas ruins: Pouco espaço, com poucas mesas.
RESTAURANTE DO PRADÃO (Bosque – Rua Uruguaiana esquina Saint Hilaire)
Coisas boas: Local, atendimento do Pedro, frango atropelado e calabresa acebolada;
Coisas ruins: Dividir o espaço com os clientes do restaurante.
PERNIL E CIA (Taquaral/Cambuí – Av.Orozimbo Maia esquina R.Dr.José Inocêncio de Campos) - FECHOU
Coisas boas: Lanche de pernil (um dos melhores da cidade) e hambúrguer;
Coisas ruins: Pouco espaço, com poucas mesas. Cerveja só de lata.
Bar do VOGA (Centro – Av.Anchieta – em frente à Escola Normal)
Coisas boas: Pastéis;
Coisas ruins: Barulho do transito e pedintes.
ZIN Bar (Guanabara – Shopping Brasil/Jaraguá – Av.Brasil) - FECHOU
Coisas boas: Estacionamento do shopping, freqüência, mandioca frita, costelinha, trouxinha de rosbife com gorgonzola e o crepe de camarão;
Coisas ruins: O shopping é do Quércia.
ZIN Bar NOVO (Guanabara – Rua Oswaldo Cruz – Há uma quadra do Bar do Seu ANGELO)
Coisas boas: Estacionamento próprio, freqüência, mandioca frita, costelinha, trouxinha de rosbife com gorgonzola e o crepe de camarão;
Coisas ruins: Dependendo do horário fica muito agitado e barulhento. Não é barato.
Empório SANTA TEREZINHA (Shopping Don Pedro – ao lado do Teatro TIM)
Coisas boas: Estacionamento do shopping, tipo Mercadão Velho (azeitonas em tinas, queijo e bacalhau expostos), chopp brahma, visual e freqüência;
Coisas ruins: Atendimento meia-boca.
Mercearia QUEÓPS (Centro – Rua 10 de Setembro – travessa da Sacramento, antes de chegar na Av.Orosimbo Maia)
Coisas boas: Carnes, lingüiça, cerveja gelada e a informalidade do lugar;
Coisas ruins: Meio decadente e difícil de estacionar.
Terraço PROENÇA (Rua Joaquim Paula Souza 327, Proença, 3234-1072)
Coisas boas: Ambiente (cheio de Pontepretanos), dono boa gente e cerveja gelada. Dizem que ele serve, sob encomenda, o melhor T-Bone do Mundo;
Coisas ruins: Cardápio sem muitas opções.
MARAJÓ (Rua dos Alecris, após cruzar a Av. Norte-Sul, ao lado da Padaria Norte-Sul, Novo Cambui, 3308-1006) – FECHOU
Coisas boas: Cozinha típica do Norte/Nordeste (acarajé, tapioca, tacacá, carne de sol, vatapá, pata de caranguejo, etc), dono boa gente, deck agradável;
Coisas ruins: Preço +-.
DECK (Sousas - Rua Cel. Alfredo A. Nascimento – do lado esquerdo da ponte sobre o Rio Atibaia, no sentido Joaquim Egidio)
Coisas boas: Visual – na beira do rio, musica ao vivo da melhor qualidade, croquete e outros petiscos;
Coisas ruins: Estacionamento próprio pequeno.
O ESQUINÃO (Sousas - Rua Cel. Alfredo A. Nascimento – na esquina do lado direito, logo após passar sobre a ponte sobre o Rio Atibaia, no sentido Joaquim Egidio – oposto ao DECK BAR)
Coisas boas: Visual – de frente para a praça que margeia o rio, croquete, bolinho de bacalhau e outros petiscos;
Coisas ruins: Não há.
FLOR DO MINHO (Jardim Leonor - Rua Otoniel Mota 204 – entre na 1ª. travessa da Av. Washington Luis, após cruzar a Av. Marechal Carmona, em direção ao Parque Prado, e em seguida contorne a praça e vire à direita)
Coisas boas: Porpeta (Rei da Porpeta) e empanado de camarão. Preços honestos e ambiente agitado e bem freqüentado.
Coisas ruins: Depois da mudança de endereço a qualidade do atendimento e dos lanches piorou, e deixou de ser um boteco autentico.
VADICO (Proença - Av. Washington Luis esquina Rua Vitoriano dos Anjos) – FECHOU PARA REFORMA
Coisas boas: Boteco autentico, sujinho, porém decente. O dono literalmente não abre a boca (contraiu uma doença que o impede de falar). Experimente o lanche de pernil.
Coisas ruins: Lugar para estacionar e poucas mesas.
CESINHA BAR (Bonfim - Rua Rafael Sales 758 – Fone: 3367-7768 - 1ª. paralela a direita de quem desce a Av. Alberto Sarmento, sentido Castelo – Bonfim. Depois do Pão de Açúcar, vire a 3ª. travessa e estacione na próxima esquina)
Coisas boas: Simpatia do Cesinha, boteco autentico, limpo, ótimo bolinho de bacalhau, torresmo impecável e cerveja gelada. Ótimo atendimento.
Coisas ruins: Não há.
BAR NA RUA (Vila Industrial - Rua Dr. Sales de Oliveira 1716/1718 - f. 3381-5672 (em frente à Faculdade VERIS/IBTA/Metrocamp) – FECHOU e reabriu como BOMBAR
Coisas boas: Lugar bonito e agradável, tranqüilidade do bairro, cerveja gelada e lanches baratos. Fecha para eventos.
Coisas ruins: Cardápio com poucas opções.
BOTECO DO SEO SARDINHA (Parque Industrial - Avenida Francisco de Paula Oliveira Nazaré 491 - Fone: 3395-0491 - Na mesma quadra do Peixinhos II)
Coisas boas: Lugar ajeitado e agradável, sardinhas de vários tipos, cerveja gelada e lanches baratos. Ótimo atendimento.
Coisas ruins: Não há.
BOTECO DO CARIOCA (Castelo - Rua Erasmo Braga, 1067, esquina com Rua Teodoro Langard - Fone: 3243 5811).
Coisas boas: Ambiente autentico de buteco, boa frequência e ótimos lanches e petiscos (não deixe de experimentar o de camarão que foi o vencedor do concurso Doritos 2010).
Coisas ruins: Não há.
BOTECO DO BIGODI (Vila Nova - Rua Sylvio Baratelli, 110 - Fone: 3243 9294).
Coisas boas: Ambiente autentico de buteco, boa frequência e ótimos petiscos (risole de camarão, rabada com polenta e quiabo e costela com mandioca).
Coisas ruins: Não há.
BAR DOM NERY ou BAR do DITO (Valinhos - esquina da Avenida Dom Nery - entrada principal de Valinhos, com a Rua Duque de Caxias (6a. travessa do lado esquerdo).
Coisas boas: Ambiente autentico de buteco, boa freqüência e ótimos petiscos (porpeta, bolinho de bacalhau e torresmo).
Coisas ruins: Não há.
QUIOSQUE DA NOVA (Nova Campinas - Rua José Ferreira de Camargo, 1215).
Coisas boas: Lugar muito agradável, boa freqüência e ótimo atendimento.
Coisas ruins: Não há.
BAR do CACHAÇA (Vila Industrial - R. José Maria Lamaneres 20 – Quase esquina com Dr. Sales de Oliveira – Altura da VERIS Faculdades).
Coisas boas: Tem pacu e outros peixes frito e torresmo.
Coisas ruins: Decadente.
COSTA DO SOL (Rua Antonio Cesarino esquina Av. Moraes Sales – Centro).
Coisas boas: Empadas e atendimento.
Coisas ruins: Mesas apertadas.
VENDA VELHA (Rua Maria Encarnação Duarte 551, esquina com Rua Pereira Barreto – Chácara da Barra).
Coisas boas: Local agradável, com mesas debaixo das árvores.
Coisas ruins: Poucas opções no cardápio.
VIDA DURA (Rua Luzitana esquina com Rua Cônego Cipião, em frente a Igreja do São Benedito, no Centro).
Coisas boas: Lanches bons e baratos. Melhor torresmo de Campinas.
Coisas ruins: Estacionamento Zona Azul.
BAR DA VENDINHA (Rua Vitoriano dos Anjos esquina com Rua Amilar Alves – Vila São Jorge. É uma travessa da Av. Washington Luis. Ela começa no Hospital Samaritano e termina na Rua Abolição).
Coisas boas: Ambiente autentico de buteco, boa frequência e ótimos lanches. Fácil para estacionar.
Coisas ruins: O Mauricio MCTUR deu nota 10.
------------------------- O “MELHOR DOS MELHORES” ---------------------------
1. Bar do FERNANDO: Pernil, lanches e preços. Ambiente de bar tradicional.
2. Bar do CARIOCA: Ótimos petiscos, atendimento e astral.
3. Bar do DITO: Ótimos petiscos. Um pouco barulhento.
4: Bar do BIGODI: Lugar agradável e sossegado.
5. Bar da VENDINHA: Ótimos lanches e preços.
6. Bar VIDA DURA: Ótimos lanches e preços. Melhor torresmo da cidade.
7. CESINHA Bar: Ambiente agradável e ótimo bolinho de bacalhau.
8. Bar do ÂNGELO: Agitação e badalação.
9. Bar do SOARES: Lanches no prato.
10. CITY BAR: Empada e outros salgados.
11. FLOR DO MINHO: Porpeta. Depois da reforma perdeu o charme de buteco autentico.
Estabelecimentos a visitar:
CULTURA DE BAR - Rua Dr. Hemilio Henking 471 - Bonfim (quase esquina com Av. Dr. Alberto Sarmento)
BAR 5 ESTRELAS - Rua Luiz de França Camargo 290 - Parque Industrial (perto do Colonial Gril, descendo para o Curtume) - F3273-7076
BAR EMBARSAMADOS - Rua Antonio Francisco de Andrade 84, Proença (próximo ao C.E. Vilagelin Neto)
BAR DO MINGO - Av. João Batista Morato do Canto 2073, Parque Industrial
BAR DO LEANDRO - Rua Lino Guedes esquina Rua Bauru - Proença
NOSSO BAR – Mercado Novo da Barão - Rua Barão de Jaguara, Centro, f. 3233-9498
BAR do MINEIRO - Castelo - Rua Germânia
PRIMOS BAR - Jd. Santa Genebra - Rua Evaristo da Veiga 111 – f. 3208-4070 (perto do Shoping D.Pedro)
BAR DO CÉARÁ - Rua Jose Antonio Fernandes Olmos esquina Rua Vasco Joaquim Smith Vasconcelos (atrás do Campinas Shopping – Saída para São Paulo) - fone 3753-0489
BAR DA MAJESTADE - Rua Barão de Atibaia esquina Rua Rafael Sampaio (atrás do Paulistão)
CÉU AZUL - Rua Padre Vieira quase na esquina com Rua Ferreira Penteado – Centro.
PONTO 1 (B.Geraldo, sentido estrada velha Paulínia, após Residência Universitária) - R. Eduardo Modesto, 54, Barão Geraldo, f. 3289-2378. Dizem que o bolinho mexicano apimentado é uma delícia, a cerveja é geladíssima e o happy hour é barato.
BAR DO BRÁS (na Av. Amoreiras, após pontilhão da Rod.Anhanguera, a direita, ao lado da rodovia) - Rua Itapecirica da Serra, 1.445, Cidade Jardim, f. 3269-1672. De segunda a sábado, das 10h até o último cliente.
BAR BENITO’S (próximo do UNIMART/J.B.Dunlop) - Av. Nossa Senhora da Consolação, 586, Jd. Aurélia
Um pouco de história:
Eu, Anselmo, e meus amigos Zézinho Cappi e Reinaldo Curcio, todos ex-alunos do glorioso Colégio Culto à Ciência, após alguns encontros casuais no Centro da cidade de Campinas, resolvemos nos encontrar todos os Sábados, as 11:00h da manhã, em algum Bar da cidade, para jogar conversa fora. Tudo começou no GIOVANETTI I, no Largo do Rosário, em um dos primeiros Sábados do mês de Dezembro de 2003. Depois de alguns encontros, achamos que seria interessante conhecer outros bares, e para cada um deles, identificar o que de bom e o que de ruim eles tinham.
Logo se juntaram à trinca o Luiz Octávio (IBM/CPFL) e seu fiel escudeiro, o Maurício, o João Carlos Crespi (Culto à Ciência), o Pinduka (Culto à Ciência e Unicamp), o Estevão (Unicamp, Serpro e CPFL), o Richter (Culto à Ciência, Unicamp, IBM e Serpro) e o Luciano Vaz (Serpro e CPFL).
A confraria recebeu provisoriamente o nome: “de Bar em Bar, nóis ispanta o marr”. A lógica aplicada foi: Ao invés de gastar recursos financeiros em terapia, porque não dividir os nossos dilemas e preocupações com os amigos de verdade, e gastar o dinheiro com comida e bebida de qualidade? No meu caso, passei a economizar um bom dinheiro com a dispensa do terapeuta.
Dois anos depois, o grupo aumentou muito: Guerreiro, Marcel (de Campos Bueno), Gastão (Rondino), Marcio (de Oliveira), Renato (Labbate), Armando (Diniz), Herrera, Marcus (Luders) e o David (Badur). Alguns do Colégio Culto à Ciência, outros dos tempos de Unicamp, muitos da CPFL, onde ainda trabalho, outros da IBM e outros amigos de amigos, e assim por diante.
Em 2007, muitos foram incluídos na lista de “sócios”, principalmente do Colégio Culto à Ciência e da Unicamp. Entre estes estão o Ricardo (Negreiros de Paiva), Rui (Queiroz), Abramides (Confúcio), Wadel, Celsinho, Pugina, Vasquinho, Arnaldo (Gallo). O Vlamir é amigo recente, de pedaladas na Lagoa do Taquaral. O Ratão (Renato Tedeschi), amigo da Unicamp, nunca apareceu e muitos acreditam que é somente uma lenda. O Franco (Culto à Ciência) é o nosso único sócio internacional, que só vem do Canadá algumas vezes no ano.
Passados quatro anos, o nome provisório virou definitivo. E o que parecia ser somente uma experiência passageira, virou coisa séria, quase uma seita.
Em 2008 novos elementos se juntaram ao grupo. Os mais assíduos foram o Renato Labbate e o Serginho Marun, este ultimo filho do proprietário da casa de comercio “Anauate Modas” e “Anauate Junior”.
Também em 2008 resolvemos que era o momento de criar um uniforme. A idéia inicial seria uma camiseta com um logotipo da seita. A partir da idéia inicial do sobrinho do Marcel, chegamos ao desenho final que segue logo abaixo. Foram confeccionadas quase 30 camisetas com grande sucesso. As más línguas insistem que eu fiquei rico com a venda destas camisetas, o que não corresponde à realidade.
Com o sucesso das camisetas, o Herrera, perito em cachaças, teve a idéia de confeccionar copinhos com o nosso logo, também com grande sucesso.
Em cinco de Novembro de 2009 foi definido o nosso hino, que passou a ser entoado a cada novo encontro. Para conhece-lo e ouvi-lo procure-o neste Blog.
Uma pratica que adotamos foi a edição e publicação dem um Guia dos Bares visitados, apontando as coisas boas e as ruins de cada um. Abaixo segue o nosso Guia em sua ultima versão (Ago/2012).
--------------------------- GUIA de BARES e BOTECOS -----------------------------
GIOVANETTI I (Centro - Largo do Rosário)
Coisas boas: Local, croquete, empanado de camarão e chopp Antártica;
Coisas ruins: Serviço (demorado) e os pedintes, quando utilizado as mesas da calçada.
GIOVANETTI II (Centro - ao lado do Jóquei Clube) - FECHOU
Coisas boas: Local, croquete, sanduíche “casquinha especial” e chopp Antártica;
Coisas ruins: Cara feia de alguns garçons.
CANDREVAS (Proença - Avenida Monte Castelo, ao lado da ponte sobre a Fepasa)
Coisas boas: Local, cerveja bem gelada e a porção de lombo de porco;
Coisas ruins: Preço.
CITY BAR (Cambuí - Avenida Júlio Mesquita esquina com Gen. Osório)
Coisas boas: Local, cerveja bem gelada, bolinho de bacalhau e as empadinhas, principalmente a de palmito e a de camarão;
Coisas ruins: Limpeza precária e estacionamento raro.
O REI DO JOELHO (Taquaral – Rua Oswaldo Cruz esquina com Maria Umbelina Couto)
Coisas boas: Cerveja bem gelada e é lógico, o joelho de porco a pururuca;
Coisas ruins: Serviço.
LAGOA CHOPP (Taquaral - Lagoa do Taquaral – entrada dos pedalinhos e do bonde)
Coisas boas: Visual da Lagoa e o Lambari frito;
Coisas ruins: Musica ambiente (rádio FM).
Bar do ÂNGELO (Jd.N.S.Auxiliadora – Rua Baronesa Geraldo de Resende, esquina com Rua João de Deus)
Coisas boas: Local, astral e a tábua de churrasco (joelho de porco, costela suína, copa-lombo, tudo servido com mandioca cozida e farofa com “laguinho” de pimenta);
Coisas ruins: Barulho, quando fica lotado. Abre somente às 13h.
Bar AZUL (Cambuí - Rua Cel.Quirino esquina com Rua dos Bandeirantes, entre a padaria Massa Pura e o Regatas)
Coisas boas: Freguesia, mandioca frita e os lanches a base de rosbife;
Coisas ruins: Preços.
Bar do AMIGÃO (Cambuí – Rua Antonio Lapa esquina com Sampaio Ferraz) - FECHOU
Coisas boas: Croquete e a garçonete (grávida em 2004);
Coisas ruins: Não há.
Bar/Restaurante BRASA D’ORO (Rua Miguel Penteado esquina com Candido Gomide)
Coisas boas: Local, freguesas, bolinho de bacalhau e o frango atropelado;
Coisas ruins: Não há.
Bar do FERNANDO (Jd.Flamboyant/Chácara da Barra - Rua Heraldo Marques, 5)
Coisas boas: Astral e a simplicidade do Seu Fernando. O Pernil ao vinho com batatas é divino. Tem torresmo de primeira e pimentão recheado, além de um lanche com tudo que é bom: provolone, salame, salsinha, aliche e sei lá o que mais;
Coisas ruins: Não há.
Bar do GERSON (Castelo - Rua Oliveira Cardoso esquina Frei Manoel da Ressurreição)
Coisas boas: Visual, croquete com azeitona (olho de sogra) e a feijoada;
Coisas ruins: Banheiros.
1º. DE ABRIL (Castelo - Rua Oliveira Cardoso esquina Dr.Miguel Penteado)
Coisas boas: freguesia, croquete, pasteis e outros salgados;
Coisas ruins: Não há.
Bar GRIMA (Swift - Rua Antonio Joaquim Viana, 5, na altura do numero 3.000 da Rua Abolição)
Coisas boas: Carnes assadas na churrasqueira, como o lombo de porco e maminha;
Coisas ruins: Não há.
Bar do ZÉ (Vila Industrial - Rua Alferes Raimundo esquina com Catarina Soares)
Coisas boas: Somente a cerveja gelada e o sossego do Bairro;
Coisas ruins: O atendimento e nada de bom para comer, pelo menos no Sábado de manhã.
PEIXINHOS II (Parque Industrial – Av. Francisco de Paula Oliveira Nazaré 389 – no balão)
Coisas boas: Porções de Surubin, Tilápia, Piramutaba, a deliciosa Costelinha de Pacú e outros quitutes de água doce e salgada. Um dos melhores locais de Campinas para saborear peixes;
Coisas ruins: Não há.
Bar do SOARES (Ponte Preta – Rua Setembrino de Carvalho 369, ao lado do balão da Av.Ângelo Simões com a Av.Marechal Carmona – Fone: 32374334)
Coisas boas: Lanches similares aos do GIONANETTI (O Soares foi chapeiro), porém muito mais baratos e melhor elaborados, torresmo, cerveja gelada e as palhaçadas do Soares;
Coisas ruins: Demora na preparação dos lanches.
Bar do CAÇÃO (Taquaral – Rua Dr.Armando Sales de Oliveira esquina R.Cel.Joaquim J.de Oliveira – ao lado da Igreja do Taquaral e em frente ao Bradesco)
Coisas boas: Chopp (peça o Leite B, para limpar a “serpentina”), escondidinho de todos os tipos (segundo o seu Cação, é invenção sua), trouxinha de rosbife com gorgonzola e empanado de camarão;
Coisas ruins: Preços.
Bar da LINGÜIÇA (Ponte Preta – Av.João Jorge) - FECHOU
Coisas boas: Cafetinas (após as 3h na manhã), putas (a qualquer hora) e lanche de lingüiça caseira com ovo frito;
Coisas ruins: Limpeza precária e os bebuns pentelhos.
Bar do ANDRÉ (Ponte Preta – Rua Dona Maria Soares esquina Dr.Sales de Oliveira – paralela à Av.João Jorge)
Coisas boas: Pimentas e salgados;
Coisas ruins: Limpeza precária e bolinho de bacalhau (laxante/regulador intestinal).
Bar do TWIN (Parque Industrial – Avenida Francisco de Paula Oliveira Nazaré, ao lado do Peixinhos II) - FECHOU
Coisas boas: Garçom homossexual (e negro);
Coisas ruins: Croquete de mortadela (laxante/regulador intestinal).
Bar do VAL (Proença – Avenida Antonio Carlos Sales Junior, esquina Rua Barretos - continuação da Av.Princesa D’Oeste, em direção à Swift/Unip)
Coisas boas: Local, a cerveja bem gelada e o frango na brasa;
Coisas ruins: Atendimento.
CANDREVINHA (Proença – continuação da Avenida Princesa D’Oeste, em direção à Swift/Unip – Na quadra seguinte do Bar do VAL)
Coisas boas: Torresmo, costelinha, lombo e outros assados;
Coisas ruins: Lugar desajeitado e mesas ruins.
EDÚ BAMBÚ (Vila Nova – Rua Buarque de Macedo, após a Av.Imperatriz Leopoldina) - MUDOU DE DONO E DE NOME
Coisas boas: Lanche de mortadela;
Coisas ruins: Só abre após as 17h.
CASA DU EDÚ (Guanabara – Rua Eduardo Lane, em frente à praça)
Coisas boas: Local, freguesia, self-service e a costelinha de porco;
Coisas ruins: Só abre após as 17h.
Bar do PORTO (Valinhos – Rua que dá acesso ao Colégio Porto Seguro)
Coisas boas: Local, freguesia e frutos do mar;
Coisas ruins: Longe pra caralho.
PETISQUEIRA DOS POBRES (Proença – Rua Proença esquina Dr.Quirino)
Coisas boas: Freguesia e salgados;
Coisas ruins: Pouco espaço, com poucas mesas.
RESTAURANTE DO PRADÃO (Bosque – Rua Uruguaiana esquina Saint Hilaire)
Coisas boas: Local, atendimento do Pedro, frango atropelado e calabresa acebolada;
Coisas ruins: Dividir o espaço com os clientes do restaurante.
PERNIL E CIA (Taquaral/Cambuí – Av.Orozimbo Maia esquina R.Dr.José Inocêncio de Campos) - FECHOU
Coisas boas: Lanche de pernil (um dos melhores da cidade) e hambúrguer;
Coisas ruins: Pouco espaço, com poucas mesas. Cerveja só de lata.
Bar do VOGA (Centro – Av.Anchieta – em frente à Escola Normal)
Coisas boas: Pastéis;
Coisas ruins: Barulho do transito e pedintes.
ZIN Bar (Guanabara – Shopping Brasil/Jaraguá – Av.Brasil) - FECHOU
Coisas boas: Estacionamento do shopping, freqüência, mandioca frita, costelinha, trouxinha de rosbife com gorgonzola e o crepe de camarão;
Coisas ruins: O shopping é do Quércia.
ZIN Bar NOVO (Guanabara – Rua Oswaldo Cruz – Há uma quadra do Bar do Seu ANGELO)
Coisas boas: Estacionamento próprio, freqüência, mandioca frita, costelinha, trouxinha de rosbife com gorgonzola e o crepe de camarão;
Coisas ruins: Dependendo do horário fica muito agitado e barulhento. Não é barato.
Empório SANTA TEREZINHA (Shopping Don Pedro – ao lado do Teatro TIM)
Coisas boas: Estacionamento do shopping, tipo Mercadão Velho (azeitonas em tinas, queijo e bacalhau expostos), chopp brahma, visual e freqüência;
Coisas ruins: Atendimento meia-boca.
Mercearia QUEÓPS (Centro – Rua 10 de Setembro – travessa da Sacramento, antes de chegar na Av.Orosimbo Maia)
Coisas boas: Carnes, lingüiça, cerveja gelada e a informalidade do lugar;
Coisas ruins: Meio decadente e difícil de estacionar.
Terraço PROENÇA (Rua Joaquim Paula Souza 327, Proença, 3234-1072)
Coisas boas: Ambiente (cheio de Pontepretanos), dono boa gente e cerveja gelada. Dizem que ele serve, sob encomenda, o melhor T-Bone do Mundo;
Coisas ruins: Cardápio sem muitas opções.
MARAJÓ (Rua dos Alecris, após cruzar a Av. Norte-Sul, ao lado da Padaria Norte-Sul, Novo Cambui, 3308-1006) – FECHOU
Coisas boas: Cozinha típica do Norte/Nordeste (acarajé, tapioca, tacacá, carne de sol, vatapá, pata de caranguejo, etc), dono boa gente, deck agradável;
Coisas ruins: Preço +-.
DECK (Sousas - Rua Cel. Alfredo A. Nascimento – do lado esquerdo da ponte sobre o Rio Atibaia, no sentido Joaquim Egidio)
Coisas boas: Visual – na beira do rio, musica ao vivo da melhor qualidade, croquete e outros petiscos;
Coisas ruins: Estacionamento próprio pequeno.
O ESQUINÃO (Sousas - Rua Cel. Alfredo A. Nascimento – na esquina do lado direito, logo após passar sobre a ponte sobre o Rio Atibaia, no sentido Joaquim Egidio – oposto ao DECK BAR)
Coisas boas: Visual – de frente para a praça que margeia o rio, croquete, bolinho de bacalhau e outros petiscos;
Coisas ruins: Não há.
FLOR DO MINHO (Jardim Leonor - Rua Otoniel Mota 204 – entre na 1ª. travessa da Av. Washington Luis, após cruzar a Av. Marechal Carmona, em direção ao Parque Prado, e em seguida contorne a praça e vire à direita)
Coisas boas: Porpeta (Rei da Porpeta) e empanado de camarão. Preços honestos e ambiente agitado e bem freqüentado.
Coisas ruins: Depois da mudança de endereço a qualidade do atendimento e dos lanches piorou, e deixou de ser um boteco autentico.
VADICO (Proença - Av. Washington Luis esquina Rua Vitoriano dos Anjos) – FECHOU PARA REFORMA
Coisas boas: Boteco autentico, sujinho, porém decente. O dono literalmente não abre a boca (contraiu uma doença que o impede de falar). Experimente o lanche de pernil.
Coisas ruins: Lugar para estacionar e poucas mesas.
CESINHA BAR (Bonfim - Rua Rafael Sales 758 – Fone: 3367-7768 - 1ª. paralela a direita de quem desce a Av. Alberto Sarmento, sentido Castelo – Bonfim. Depois do Pão de Açúcar, vire a 3ª. travessa e estacione na próxima esquina)
Coisas boas: Simpatia do Cesinha, boteco autentico, limpo, ótimo bolinho de bacalhau, torresmo impecável e cerveja gelada. Ótimo atendimento.
Coisas ruins: Não há.
BAR NA RUA (Vila Industrial - Rua Dr. Sales de Oliveira 1716/1718 - f. 3381-5672 (em frente à Faculdade VERIS/IBTA/Metrocamp) – FECHOU e reabriu como BOMBAR
Coisas boas: Lugar bonito e agradável, tranqüilidade do bairro, cerveja gelada e lanches baratos. Fecha para eventos.
Coisas ruins: Cardápio com poucas opções.
BOTECO DO SEO SARDINHA (Parque Industrial - Avenida Francisco de Paula Oliveira Nazaré 491 - Fone: 3395-0491 - Na mesma quadra do Peixinhos II)
Coisas boas: Lugar ajeitado e agradável, sardinhas de vários tipos, cerveja gelada e lanches baratos. Ótimo atendimento.
Coisas ruins: Não há.
BOTECO DO CARIOCA (Castelo - Rua Erasmo Braga, 1067, esquina com Rua Teodoro Langard - Fone: 3243 5811).
Coisas boas: Ambiente autentico de buteco, boa frequência e ótimos lanches e petiscos (não deixe de experimentar o de camarão que foi o vencedor do concurso Doritos 2010).
Coisas ruins: Não há.
BOTECO DO BIGODI (Vila Nova - Rua Sylvio Baratelli, 110 - Fone: 3243 9294).
Coisas boas: Ambiente autentico de buteco, boa frequência e ótimos petiscos (risole de camarão, rabada com polenta e quiabo e costela com mandioca).
Coisas ruins: Não há.
BAR DOM NERY ou BAR do DITO (Valinhos - esquina da Avenida Dom Nery - entrada principal de Valinhos, com a Rua Duque de Caxias (6a. travessa do lado esquerdo).
Coisas boas: Ambiente autentico de buteco, boa freqüência e ótimos petiscos (porpeta, bolinho de bacalhau e torresmo).
Coisas ruins: Não há.
QUIOSQUE DA NOVA (Nova Campinas - Rua José Ferreira de Camargo, 1215).
Coisas boas: Lugar muito agradável, boa freqüência e ótimo atendimento.
Coisas ruins: Não há.
BAR do CACHAÇA (Vila Industrial - R. José Maria Lamaneres 20 – Quase esquina com Dr. Sales de Oliveira – Altura da VERIS Faculdades).
Coisas boas: Tem pacu e outros peixes frito e torresmo.
Coisas ruins: Decadente.
COSTA DO SOL (Rua Antonio Cesarino esquina Av. Moraes Sales – Centro).
Coisas boas: Empadas e atendimento.
Coisas ruins: Mesas apertadas.
VENDA VELHA (Rua Maria Encarnação Duarte 551, esquina com Rua Pereira Barreto – Chácara da Barra).
Coisas boas: Local agradável, com mesas debaixo das árvores.
Coisas ruins: Poucas opções no cardápio.
VIDA DURA (Rua Luzitana esquina com Rua Cônego Cipião, em frente a Igreja do São Benedito, no Centro).
Coisas boas: Lanches bons e baratos. Melhor torresmo de Campinas.
Coisas ruins: Estacionamento Zona Azul.
BAR DA VENDINHA (Rua Vitoriano dos Anjos esquina com Rua Amilar Alves – Vila São Jorge. É uma travessa da Av. Washington Luis. Ela começa no Hospital Samaritano e termina na Rua Abolição).
Coisas boas: Ambiente autentico de buteco, boa frequência e ótimos lanches. Fácil para estacionar.
Coisas ruins: O Mauricio MCTUR deu nota 10.
------------------------- O “MELHOR DOS MELHORES” ---------------------------
1. Bar do FERNANDO: Pernil, lanches e preços. Ambiente de bar tradicional.
2. Bar do CARIOCA: Ótimos petiscos, atendimento e astral.
3. Bar do DITO: Ótimos petiscos. Um pouco barulhento.
4: Bar do BIGODI: Lugar agradável e sossegado.
5. Bar da VENDINHA: Ótimos lanches e preços.
6. Bar VIDA DURA: Ótimos lanches e preços. Melhor torresmo da cidade.
7. CESINHA Bar: Ambiente agradável e ótimo bolinho de bacalhau.
8. Bar do ÂNGELO: Agitação e badalação.
9. Bar do SOARES: Lanches no prato.
10. CITY BAR: Empada e outros salgados.
11. FLOR DO MINHO: Porpeta. Depois da reforma perdeu o charme de buteco autentico.
Estabelecimentos a visitar:
CULTURA DE BAR - Rua Dr. Hemilio Henking 471 - Bonfim (quase esquina com Av. Dr. Alberto Sarmento)
BAR 5 ESTRELAS - Rua Luiz de França Camargo 290 - Parque Industrial (perto do Colonial Gril, descendo para o Curtume) - F3273-7076
BAR EMBARSAMADOS - Rua Antonio Francisco de Andrade 84, Proença (próximo ao C.E. Vilagelin Neto)
BAR DO MINGO - Av. João Batista Morato do Canto 2073, Parque Industrial
BAR DO LEANDRO - Rua Lino Guedes esquina Rua Bauru - Proença
NOSSO BAR – Mercado Novo da Barão - Rua Barão de Jaguara, Centro, f. 3233-9498
BAR do MINEIRO - Castelo - Rua Germânia
PRIMOS BAR - Jd. Santa Genebra - Rua Evaristo da Veiga 111 – f. 3208-4070 (perto do Shoping D.Pedro)
BAR DO CÉARÁ - Rua Jose Antonio Fernandes Olmos esquina Rua Vasco Joaquim Smith Vasconcelos (atrás do Campinas Shopping – Saída para São Paulo) - fone 3753-0489
BAR DA MAJESTADE - Rua Barão de Atibaia esquina Rua Rafael Sampaio (atrás do Paulistão)
CÉU AZUL - Rua Padre Vieira quase na esquina com Rua Ferreira Penteado – Centro.
PONTO 1 (B.Geraldo, sentido estrada velha Paulínia, após Residência Universitária) - R. Eduardo Modesto, 54, Barão Geraldo, f. 3289-2378. Dizem que o bolinho mexicano apimentado é uma delícia, a cerveja é geladíssima e o happy hour é barato.
BAR DO BRÁS (na Av. Amoreiras, após pontilhão da Rod.Anhanguera, a direita, ao lado da rodovia) - Rua Itapecirica da Serra, 1.445, Cidade Jardim, f. 3269-1672. De segunda a sábado, das 10h até o último cliente.
BAR BENITO’S (próximo do UNIMART/J.B.Dunlop) - Av. Nossa Senhora da Consolação, 586, Jd. Aurélia
O Hino
Em cinco de Novembro de 2009 foi definido o nosso hino, que obrigatóriamente passou a ser entoado em cada encontro. A letra é de autor desconhecido:
Teu figo está torrado
Ferindo o coração
A cachaça já te apoderou de ti
Escuta meu irmão
Porque bebes tanto assim
Beba um copo e deixe o outro para mim
Teu figo está torrado
Ferindo o coração
A cachaça já se apoderou de ti
Escuta meu irmão
Porque bebes tanto assim
Beba um copo e deixe outro para mim
Se não beber todo
Eu vos ajudarei
Se não secar o litro
Eu secarei
Ssééccaarreeii
Eu secarei
A Igreja diz assim
Beba um copo e deixe outro para mim
Fala: Irmãos, peço a atenção e o respeito de vocês, para cantarmos o glorioso hino da Igreja Mundial dos Bêbados de Deus. Aleluia irmãos, Aleluia.
Teu figo está torrado
Ferindo o coração
A cachaça já se apoderou de ti
Escuta meu irmão
Porque bebes tanto assim
Beba um copo e deixe outro para mim
Se não beber todo
Eu vos ajudarei
Se não secar o litro
Eu secarei
Ssééccaarreeii
Eu secarei
A Igreja diz assim
Beba um copo e deixe outro para mim
Beba um copo e deixe outro para mim
Beba um copo e deixe outro para mim
...
Ouça:
Teu figo está torrado
Ferindo o coração
A cachaça já te apoderou de ti
Escuta meu irmão
Porque bebes tanto assim
Beba um copo e deixe o outro para mim
Teu figo está torrado
Ferindo o coração
A cachaça já se apoderou de ti
Escuta meu irmão
Porque bebes tanto assim
Beba um copo e deixe outro para mim
Se não beber todo
Eu vos ajudarei
Se não secar o litro
Eu secarei
Ssééccaarreeii
Eu secarei
A Igreja diz assim
Beba um copo e deixe outro para mim
Fala: Irmãos, peço a atenção e o respeito de vocês, para cantarmos o glorioso hino da Igreja Mundial dos Bêbados de Deus. Aleluia irmãos, Aleluia.
Teu figo está torrado
Ferindo o coração
A cachaça já se apoderou de ti
Escuta meu irmão
Porque bebes tanto assim
Beba um copo e deixe outro para mim
Se não beber todo
Eu vos ajudarei
Se não secar o litro
Eu secarei
Ssééccaarreeii
Eu secarei
A Igreja diz assim
Beba um copo e deixe outro para mim
Beba um copo e deixe outro para mim
Beba um copo e deixe outro para mim
...
Ouça:
domingo, 22 de março de 2009
25 verdades de bar
1. Se você deve dinheiro a um amigo, sempre pague dentro de um bar.
2. Quando um amigo te apresentar outro amigo em um bar, oferecer um chope para ele é 5 vezes mais amigável do que simplesmente apertar as mãos.
3. Pagar uma bebida para uma mulher desconhecida é elegante. Pagar todas as bebidas que ela tomar é burrice.
4. Nunca peça mais do que um cigarro emprestado a uma pessoa. Peça a pessoas diferentes durante a noite.
5. Nunca estale os dedos para chamar o garçom. Nunca.
6. Não pergunte ao garçom quais cervejas ele tem. Peça sua preferida. Se não tiver peça outra. E por assim vai...
7. Se mais alguém chegar à sua mesa, não peça apenas mais um copo. Peça mais uma cerveja também.
8. Se você oferecer uma bebida a uma mulher e ela recusar, ela não gosta de você.
9. Se você oferecer uma bebida a uma mulher e ela aceitar, ela ainda assim pode não gostar de você.
10. Se uma mulher te oferecer uma bebida, ela gostou de você. Aceite.
11. Não peça nada complicado tipo “caipirinha de saquê com lima da pérsia, cidra, hortelã, com gelo picado e adoçante” a não ser que esteja no cardápio.
12. Tome um drink afeminado tipo “caipirinha de saquê com lima da pérsia, cidra, hortelã, com gelo picado e adoçante” e pelo resto da vida seus amigos vão dizer que você é gay.
13. Só fale com alguém no banheiro se vocês dois estiverem fazendo a mesma coisa: urinando, esperando na fila, lavando as mãos, saindo de lá, etc.
14. Homens devem permanecer o mínimo de tempo possível dentro do banheiro de um bar. Demore mais do que 3 minutos para voltar a sua mesa e seus amigos perguntarão coisas idiotas do tipo: “Tava fazendo o quê?”, “Ficou colado no vaso?”, “Retocou a maquiagem, santa?”, etc.
15. Depois da sexta rodada, não se olhe no espelho do bar. Isso irá abalar a sua confiança.
16. Se tiver alguém tocando um instrumento no bar, ou até mesmo um DJ e ele aceitar pedidos, não peça nada. Se pedir e ele não tocar o que você pediu dentro de meia hora, não insista. Se ele tocar, não peça mais nada.
17. Aprenda a fazer uma rosa com um guardanapo de papel. Você irá se surpreender com a eficácia desta sua habilidade.
18. Se você deve a alguém R$ 20,00 ou menos, você pode pagar essa dívida com cerveja.
19. Aprenda a apreciar o real poder do lado negro de uma ressaca. Lembre-se que se fosse fácil, qualquer idiota passava o dia vomitando com dor de cabeça. Só os mais fortes sobrevivem.
20. Estar bêbado é se sentir sofisticado sem ter a coordenação motora necessária para dizer isso.
21. Depois de tomar três drinks, você vai esquecer o nome de uma mulher dois segundos depois dela te dizer. E vai passar o resto da noite chamando-a de “Gata”, ”Linda” ou “Princesa”.
22. Nunca minta em um bar. Entretanto, é completamente aceitável e esperado que você exagere algumas coisas.
23. Se você achar que está enrolando a língua um pouquinho, então está enrolando muito. Se achar que está enrolando muito, você deixou de se comunicar em português.
24. Gritar “Alguém me pague uma bebida!” só funciona se você for mulher, extremamente gostosa, desacompanhada e estiver usando roupas vulgares. Caso contrário, ninguém dará atenção a você.
25. Nunca discuta sobre sua conta ao final de uma noite de bebedeira. Lembre-se que você está chapado e os funcionários do bar estão sóbrios, cansados de trabalhar e de saco cheio de agüentar bêbados que reclamam do valor das contas. Em 99.9% dos casos, você estará errado, acabará pagando o que estão te cobrando mesmo e fará papel de babaca.
2. Quando um amigo te apresentar outro amigo em um bar, oferecer um chope para ele é 5 vezes mais amigável do que simplesmente apertar as mãos.
3. Pagar uma bebida para uma mulher desconhecida é elegante. Pagar todas as bebidas que ela tomar é burrice.
4. Nunca peça mais do que um cigarro emprestado a uma pessoa. Peça a pessoas diferentes durante a noite.
5. Nunca estale os dedos para chamar o garçom. Nunca.
6. Não pergunte ao garçom quais cervejas ele tem. Peça sua preferida. Se não tiver peça outra. E por assim vai...
7. Se mais alguém chegar à sua mesa, não peça apenas mais um copo. Peça mais uma cerveja também.
8. Se você oferecer uma bebida a uma mulher e ela recusar, ela não gosta de você.
9. Se você oferecer uma bebida a uma mulher e ela aceitar, ela ainda assim pode não gostar de você.
10. Se uma mulher te oferecer uma bebida, ela gostou de você. Aceite.
11. Não peça nada complicado tipo “caipirinha de saquê com lima da pérsia, cidra, hortelã, com gelo picado e adoçante” a não ser que esteja no cardápio.
12. Tome um drink afeminado tipo “caipirinha de saquê com lima da pérsia, cidra, hortelã, com gelo picado e adoçante” e pelo resto da vida seus amigos vão dizer que você é gay.
13. Só fale com alguém no banheiro se vocês dois estiverem fazendo a mesma coisa: urinando, esperando na fila, lavando as mãos, saindo de lá, etc.
14. Homens devem permanecer o mínimo de tempo possível dentro do banheiro de um bar. Demore mais do que 3 minutos para voltar a sua mesa e seus amigos perguntarão coisas idiotas do tipo: “Tava fazendo o quê?”, “Ficou colado no vaso?”, “Retocou a maquiagem, santa?”, etc.
15. Depois da sexta rodada, não se olhe no espelho do bar. Isso irá abalar a sua confiança.
16. Se tiver alguém tocando um instrumento no bar, ou até mesmo um DJ e ele aceitar pedidos, não peça nada. Se pedir e ele não tocar o que você pediu dentro de meia hora, não insista. Se ele tocar, não peça mais nada.
17. Aprenda a fazer uma rosa com um guardanapo de papel. Você irá se surpreender com a eficácia desta sua habilidade.
18. Se você deve a alguém R$ 20,00 ou menos, você pode pagar essa dívida com cerveja.
19. Aprenda a apreciar o real poder do lado negro de uma ressaca. Lembre-se que se fosse fácil, qualquer idiota passava o dia vomitando com dor de cabeça. Só os mais fortes sobrevivem.
20. Estar bêbado é se sentir sofisticado sem ter a coordenação motora necessária para dizer isso.
21. Depois de tomar três drinks, você vai esquecer o nome de uma mulher dois segundos depois dela te dizer. E vai passar o resto da noite chamando-a de “Gata”, ”Linda” ou “Princesa”.
22. Nunca minta em um bar. Entretanto, é completamente aceitável e esperado que você exagere algumas coisas.
23. Se você achar que está enrolando a língua um pouquinho, então está enrolando muito. Se achar que está enrolando muito, você deixou de se comunicar em português.
24. Gritar “Alguém me pague uma bebida!” só funciona se você for mulher, extremamente gostosa, desacompanhada e estiver usando roupas vulgares. Caso contrário, ninguém dará atenção a você.
25. Nunca discuta sobre sua conta ao final de uma noite de bebedeira. Lembre-se que você está chapado e os funcionários do bar estão sóbrios, cansados de trabalhar e de saco cheio de agüentar bêbados que reclamam do valor das contas. Em 99.9% dos casos, você estará errado, acabará pagando o que estão te cobrando mesmo e fará papel de babaca.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Porque os machos mamíferos tem mamilos ?
Há séculos e séculos atrás, existe uma questão que intriga a humanidade, desde os mais humildes assim como os famosos pensadores como Aristóteles, Platão, Confúcio, e outros da atualidade, como Sartre, José Sarney e Júlio César Perrota de Andrade.
Trata-se do motivo e da função da existência em todos os machos mamíferos, sem exceção, dos mamilos. Leão tem, cachorro tem, sapo tem, ôpa sapo não, baleio tem, urso tem, macaco simão tem, eu tenho e você também tem.
Será que é somente por uma questão estética, ou no passado remoto, os machos também amamentavam as suas crias?
Para quem acredita na teoria de Darwin, é possível que nos rincões do tempo os nossos ancestrais fossem hermafroditas, possuindo os aparelhos reprodutivos masculino e feminino.
Ou será ao contrário, no futuro distante seremos todos hermafroditas. Já imaginou o Maurício grávido?
Aguardo os comentários dos nobres colegas.
Anselmo.
Trata-se do motivo e da função da existência em todos os machos mamíferos, sem exceção, dos mamilos. Leão tem, cachorro tem, sapo tem, ôpa sapo não, baleio tem, urso tem, macaco simão tem, eu tenho e você também tem.
Será que é somente por uma questão estética, ou no passado remoto, os machos também amamentavam as suas crias?
Para quem acredita na teoria de Darwin, é possível que nos rincões do tempo os nossos ancestrais fossem hermafroditas, possuindo os aparelhos reprodutivos masculino e feminino.
Ou será ao contrário, no futuro distante seremos todos hermafroditas. Já imaginou o Maurício grávido?
Aguardo os comentários dos nobres colegas.
Anselmo.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Bar Esquinão (Sousas) - Avaliação
Ontem, no Esquinão, o Marcio sugeriu que, daqui para a frente, a avaliação dos Bares visitados pela nossa equipe de campo fosse publicada no Blog. Topei a ideia. Abaixo segue a minha avaliação, e peço aos que compareceram que complementem:
O Esquinão, como sugere o nome, fica na esquina da Rua 13 de Maio (rua do Clube Regatas) com a Av. Cel. Alfredo A. Nascimento (Avenida que liga Campinas a Sousas, e que corta a cidade de ponta a ponta, em direção a Joaquim Egidio), logo após a ponte do Rio Atibaia. Fica na esquina oposta ao Bar e Restaurante Deck.
Local: Excelente. Lugar privilegiado. Na esquina mais badalada de Sousas. De frente para a praça onde passa o rio Atibaia e para a ponte. Clima de praia.
Atendimento: Podia ter sido feito pela dedetizadora do Ricardo Negreiros. Razoável.
Bebida: Cerveja gelada. Prá mim tava bom.
Salgadinhos: O bolinho de bacalhau é dos melhores, com muito bacalhau. O croquete é dos piores que já comi. Eu não entendo como é que conseguem não fazer um croquete bom. É tão fácil.
Lanches: Experimentamos o de carne seca. Gostei.
Frequencia: Muitos locais. De vez em quando passava uma gostosa.
Geral: Bom. É prá voltar.
O Esquinão, como sugere o nome, fica na esquina da Rua 13 de Maio (rua do Clube Regatas) com a Av. Cel. Alfredo A. Nascimento (Avenida que liga Campinas a Sousas, e que corta a cidade de ponta a ponta, em direção a Joaquim Egidio), logo após a ponte do Rio Atibaia. Fica na esquina oposta ao Bar e Restaurante Deck.
Local: Excelente. Lugar privilegiado. Na esquina mais badalada de Sousas. De frente para a praça onde passa o rio Atibaia e para a ponte. Clima de praia.
Atendimento: Podia ter sido feito pela dedetizadora do Ricardo Negreiros. Razoável.
Bebida: Cerveja gelada. Prá mim tava bom.
Salgadinhos: O bolinho de bacalhau é dos melhores, com muito bacalhau. O croquete é dos piores que já comi. Eu não entendo como é que conseguem não fazer um croquete bom. É tão fácil.
Lanches: Experimentamos o de carne seca. Gostei.
Frequencia: Muitos locais. De vez em quando passava uma gostosa.
Geral: Bom. É prá voltar.
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